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sábado, 28 de abril de 2012

Será que os bons tempos da franquia voltarão?


Fervendo!
Muitos jogadores (pelo menos aqui em nossa redação!) consideram o Pro Evolution Soccer 2009 um dos melhores do games de futebol de todos os tempos. Com uma jogabilidade agradável, com ele você sempre tinha diversão garantida.
Porém, mesmo com os fãs satisfeitos, a Konami quis “reinventar” a franquia, plano que acabou fracassando. O pior: isso deixou todo o mercado de mão beijada para o seu principal concorrente:FIFA, da EA Sports.

Agora, a empresa tenta voltar com força. Essa semana ocorreu o anúncio oficial do novo PES 2013 e, junto com um trailer, algumas informações sobre o game foram reveladas. Mudanças pedidas pelos gamers finalmente serão atendidas – pelo menos é o que a Konami diz – e muitas novidades vêm por aí.
Características reais
Um dos pontos em FIFA 12 que mais agradam aos jogadores é a realidade de movimentos copiada de alguns dos atletas mais famosos do mundo. Pois segundo a Konami, isso deve aparecer de forma inovadora também no novo PES 2013 com o PlayerID.
Além das feições, no game você deve encontrar os dribles e estilo de jogo também recriados. O recurso inclusive é mostrado no trailer divulgado pela empresa. No vídeo, você consegue ver o craque-modelo-astro-galáctico Cristiano Ronaldo se transformando de atleta real, a jogador do novo PES.
Ainda de acordo com a companhia, este jogo deve focar muito no talento dos atletas – no que seria, nas palavras da empresa "a recriação mais fiel do futebol moderno feita até hoje" (the most faithful recreation of modern day football to date).
Cristiano Ronaldo é a grande estrela do game
Se haverá foco no talento, talvez a marcação excessivamente chata de PES 2012 seja relaxada, e você possa voltar a conseguir fazer gols durante as partidas.
A bola é minha!
Falando em jogabilidade, PES 2013 deve trazer também várias alterações nesse sentido. No novo game a Konami deve introduzir o novo sistema PES FullControl (PES FC), algo que pode ser uma nova maneira de se controlar os atletas dentro de campo.
As novidades prometem muitas mudanças nas partidas uma vez que com esse novo esquema de jogabilidade você será capaz de ter “controle total da bola”. Ou seja, mais do que  nunca os dribles, chutes a gol e habilidades mostradas em campo poderão ser comandadas pelo gamer.
Agora você terá liberdade de controle, com os atletas recebendo a bola de várias maneiras diferentes, executando passes variados e realizando arremates totalmente personalizados com você controlando força, curva e tudo mais como nunca antes visto.
Capa?
A liberdade de jogo também deve afetar os dribles, que serão bem mais elaborados. Dependendo da velocidade em que você fizer os comandos no controle, por exemplo, os movimentos também serão diferentes. Até mesmo na tabelinha, o famoso “um, dois”, o gamer poderá fazer com que um dos atletas se movimente de maneira personalizada.
Jogadores mais inteligentes
A inteligência artificial dos atletas também vem sendo trabalhada com atenção no PES 2013. A nova ferramenta ProActive AI deve mudar a maneira como os jogadores se comportam dentro de campo.
Segundo informações divulgadas pela própria empresa, os desenvolvedores se juntaram a alguns fãs para identificar os acontecimentos mais irreais e que irritavam os gamers. A partir disso, o novo game vai trazer um balanço melhor na velocidade de recomposição da equipe, posicionamento defensivo dos atletas e organização tática para contra-ataques, por exemplo.
Além disso, como os controles serão mais “manuais” vamos dizer assim, características únicas de cada jogador serão guardadas pelo game. Assim, a maneira como você chuta ou passa uma bola com determinado atleta, por exemplo, será memorizada e ficará cada vez mais fácil de ser realizada.
Goleiros de verdade
Outra reclamação da galera com relação ao PES 2012 diz respeito à participação dos goleiros. A Konami diz ter ouvido os fãs e remodelou a maneira como os arqueiros devem jogar e isso deve começar também pela recriação dos atletas reais.
Isso porque além dos jogadores de linha, os goleiros mais famosos do mundo também terão as suas principais características recriadas dentro do game, como o jeito de defender determinados chutes.
Correndo de maneira fiel à realidade
Além disso, a reposição de bola também será um fator importante, uma vez que atletas com essa habilidade em especial poderão ajudar em contra-ataques, realizando lançamentos bem mais precisos.
Atenção regional
Se há pelo menos um fator em que o PES deve continuar na frente do FIFA, é a questão da atenção regional dada pelo game. Assim como percebemos nas suas últimas versões, o jogo continuará com a narração em português do lendário Silvio Luiz.
Além disso, se os campeonatos continuarem os mesmos, teremos também alguns times brasileiros, aqueles que participam da Libertadores da América de 2012, casos de Santos, Corinthians, Internacional, Vasco, Fluminense e Flamengo.
A verdade é que a Konami traz várias novidades – e muitas promessas – com o novo PES 2013. Será que os problemas serão resolvidos e o game conseguirá voltar a fazer frente à franquia FIFA?
Pro Evolution Soccer 2013 deve chegar no final do ano para Xbox 360, Playstation 3 e PC

Voltando com novidades e promoções

Oi pessoal tentarei postar mais postagens e a novidade é quem quer ser autor desse blog só comentar por que você quer ser autor e o que você sabe de blog valeu!!!!

domingo, 20 de novembro de 2011


Longe de ser perfeito, mas ainda o melhor [vídeo]


96ESCOLHA DO BJ
  • VisualNota 95
  • JogabilidadeNota 93
  • ÁudioNota 98
  • DiversãoNota 96
PrósVer Todos
Contra
Videoanálise
Se no mundo real Sebastian Vettel já é o campeão antecipado da Fórmula 1, nas pistas digitais a vencedora é a Codemasters. Após criar o que pode ser considerado o melhor jogo da categoria já lançado, a desenvolvedora chega agora disposta a firmar ainda mais esta posição com F1 2011.
Apresentando uma série de melhorias e atendendo a diversos pedidos dos fãs, o novo game tem a missão de levar todos os conceitos de seu antecessor mais além e apresentar o circo da Fórmula 1 de forma mais fiel possível. Escolha o melhor conjunto de pneus, formule uma estratégia campeã para a parada nos boxes e prepare-se para a corrida de sua vida.

Aprovado

O que era bom ficou melhor
Não há espaço para discussão quando o assunto é a jogabilidade criada pela Codemasters para seus jogos de corrida. Os controles simples e bem mapeados respondem perfeitamente aos comandos do jogador e aparecem com pequenas mudanças. Aliado às novidades trazidas pelas novas regras da atual temporada do esporte, F1 2011 se tornou um título ainda mais desafiador.
Img_normalA simulação foi melhorada e, agora, dirigir um carro em alta velocidade ficou mais difícil. O veículo responde melhor à pista e às condições climáticas, exigindo precisão por parte do jogador. Isso faz com que o momento da ultrapassagem se torne extremamente crítico e obriga o jogador a pensar estrategicamente antes de agir.
Neste ano, os carros de Fórmula 1 receberam dois novos sistemas que privilegiam a velocidade: o KERS, que aproveita a energia dos freios para dar mais potência ao motor, e as asas móveis, que reduzem a resistência do ar no aerofólio traseiro. As duas funções aparecem no game de forma extremamente fiel e permitem extrair o máximo de potencial de cada veículo.
Outra grande novidade é o safety car. O veículo de segurança que aparece após acidentes ou quando a prova é interrompida surge para tornar a competição mais verossímil e incentivar mudanças rápidas de estratégia. O recurso pode transformar uma corrida completamente e deixá-la ainda mais imprevisível e emocionante.
Um mundo mais vivo
Outro grande ponto positivo de F1 2011 são os visuais, que aparecem bem melhores que em seu antecessor. O motor gráfico utilizado pela Codemasters é exatamente o mesmo, mas recebe agora novas aplicações de shaders e texturas de maior qualidade. O resultado são reflexos extremamente fiéis na lataria e iluminação consistente. Um resultado que salta aos olhos, principalmente em circuitos como o de Cingapura, visto no vídeo acima, ou nas corridas com chuva.
O detalhamento dos ambientes também foi consideravelmente melhorado. Ao entrar nos boxes, por exemplo, é possível ver as equipes concorrentes trabalhando nos carros dos rivais, enquanto outras se preparam para a chegada de seus pilotos. As arquibancadas também apresentam mais torcedores — que agora torcem com mais animação, soltam fogos ou utilizam buzinas — e os edifícios em torno do autódromo aparecem de forma muito mais apurada.
Divida e gerencie as glórias e fracassos
Além do tradicional multiplayer competitivo, F1 2011 conta também com dois modos cooperativos inéditos. É possível disputar corridas simples contra um parceiro em tela dividida ou compartilhar toda uma temporada com um amigo por meio da internet. Tal função exige comprometimento e, acima de tudo, estratégia para garantir a vitória da equipe.
O gerenciamento da carreira, um aspecto interessante de F1 2010, volta agora ainda mais complexo. O jogador pode acompanhar seu desempenho por meio de manchetes de jornal e emails enviados por jornalistas e dirigentes de equipe. Além de garantir um bom desempenho nas pistas, o piloto deve também saber dosar suas respostas à imprensa, de forma a obter contratos mais lucrativos e ganhar prestígio.
A força está nos detalhes
Além dos pontos positivos acima, que saltarão aos olhos de todos que jogarem F1 2011, há também aspectos que farão a cabeça apenas dos mais detalhistas e aficionados pela Fórmula 1. Os volantes dos veículos foram reproduzidos fielmente a partir de modelos reais. Agora, também é possível ouvir claramente o som do motor e da caixa de câmbio em funcionamento, além de observar a cabeça dos pilotos se movimentando de acordo com a velocidade e direção das curvas.

Reprovado

Falsa realidade

As novidades de F1 2011, que vieram para agradar aos fãs mais exigentes, podem ser um pouco frustrantes para aqueles que exigirem fidelidade extrema. Apesar de ter trabalhado com muita atenção em novos sistemas, como o KERS e o safety car, a Codemasters se esqueceu de aprimorar a inteligência artificial e comete os mesmos erros de F1 2010.
São raríssimas as vezes em que a IA causa acidentes por si só, fazendo com que a entrada do safety car ocorra apenas quando o próprio jogador se envolve em incidentes. A ideia do veículo de segurança também perde o sentido quando não é possível ver os destroços ou veículos acidentados pela pista. Assim, as voltas e mais voltas em baixa velocidade podem tornar a jogabilidade chata, em vez de mais realista.
Quase lá
Todo o detalhismo e toda a fidelidade visual de F1 2011 não vieram sem um preço. O título ainda sofre das quedas na contagem de quadros por segundo que assolavam seu antecessor. Apesar de serem menos frequentes e perceptíveis, as reduções impedem que o título seja tecnicamente perfeito.
"Bla bla blá"
Todo o investimento em novas dinâmicas durante a corrida não se aplicam também ao engenheiro da equipe. Os auxiliares não falam nada de útil e se limitam a apresentar informações que não ajudam em nada no decorrer das provas. Tal problema, infelizmente, já pode ser considerado uma tradição nos títulos da Codemasters.

Vale a pena?

Img_normalF1 2011 consegue tomar o primeiro lugar no pódio de seu antecessor e assume com méritos o posto de melhor jogo de Fórmula 1 já lançado. Isso, porém, não significa que o título seja perfeito. Existem falhas, incapazes de remover o brilhantismo do trabalho da Codemasters, mas que podem deixar os jogadores mais detalhistas bastante frustrados.
Se você gosta da categoria, o título deve ser compra certa, já que as novas regras e possibilidades deixaram o jogo ainda mais emocionante. O mesmo vale para aqueles que buscam um bom jogo de corrida. A aquisição de F1 2011 não é recomendada apenas para aqueles que não são fanáticos pelo esporte e já possuem a versão 2010 da franquia.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Battlefield 3 ação melhorada

CONSIDERAÇÕES

"Battlefield 3" honra a série com um modo multiplayer absolutamente sensacional, apresentando todas as marcas registradas da série - como mapas imensos e veículos diversos - e acrescentando à fórmula um empolgante sistema de evolução, missõe cooperativas para duas pessoas e os gráficos maravilhosos do motor gráfico Frostbite 2. Pena que a campanha para uma pessoa seja tão sem graça, curta e cheia de pequenos defeitos.

INTRODUÇÃO

A série "Battlefield" nasceu como uma experiência exclusivamente multiplayer, mas neste terceiro episódio canônico a situação mudou: a produtora Electronic Arts e o estúdio DICE acrescentam à fórmula uma campanha para um jogador, buscando bater de frente com a franquia "Call of Duty", que apresenta tanto missões cinematográficas como partidas online extremamente populares.


A carta na manga é o motor gráfico Frostbite 2, que promete um visual sensacional, com efeitos de luz e partículas extremamente realistas, personagens e cenários detalhados e cenários destrutíveis.

PONTOS POSITIVOS

  • Gráficos impressionantes
  • O carro-chefe de toda a campanha de divulgação de "Battlefield 3" foi o motor gráfico Frostbite 2 e, de fato, ele é tão revolucionário e impressionante quanto a Electronic Arts alardeou.
    Os efeitos de luz são absurdamente realistas, valendo o mesmo para as recriações de fumaça e partículas suspensas no ar. Tudo isso com texturas detalhadas e bem definidas, taxa de quadros estável e animações convincentes.

    De maneira geral, tanto para quem acompanha o mundo dos games quanto para aqueles totalmente alheios a esse universo, a sensação que fica é de ver um novo nível de qualidade em gráficos feitos por computador.

    O bacana é que isso não fica apenas no quesito estético, já que o novo motor gráfico permite criar cenários destrutíveis. Um inimigo teima em se esconder atrás daquele carro, mureta ou árvore? Sem problema, basta sentar o dedo no gatilho e detonar a cobertura.

    Enfim, são gráficos de última geração que realmente afetam a maneira de se jogar, pois cria insegurança e tensão raramente vistas em games de tiro, já que não é possível ter certeza se o local em que você está é realmente seguro.

    No PC, é necessário ter uma máquina potente para conseguir rodar o game com todas as opções gráficas no máximo, o que requer um bom investimento. Nos consoles caseiros, a redução de qualidade é bem perceptível, mas isso não significa que o jogo tenha ficado feio. No final das contas, falhas e vantagens de uma plataforma se equiparam às da outra: o PC tem visual melhor, mas exige configuração potente, enquanto os videogames tem gráficos inferiores, mas ganham na praticidade de simplesmente pegar o disco do game e instalar no console.
  • Multiplayer arrasador
  • A franquia nasceu como uma experiência multiplayer e esse continua sendo o aspecto mais brilhante em "Battlefield 3". A fórmula é a mesma: cenários gigantescos, ampla variedade de veículos (incluindo aí os cobiçados caças), classes com equipamentos e habilidades distintas e grande ênfase no trabalho em equipe.
    "Battlefield 3" dá um passo para frente para a série com seu motor gráfico, que permite um visual impressionante sem perder a performance.

    Cenários que mudam de acordo com o desenrolar da partida fazem parte da experiência, assim como um elaborado sistema de evolução, que premia não só sua dedicação ao modo multiplayer, mas também às classes específicas, com itens únicos para cada uma.

    De tão equilibrado e divertido que é o multiplayer online de "Battlefield 3", mesmo quem é ruim de mira acaba encontrando espaço, já que conquistar territórios inimigos, armar e desarmar bombas e dar apoio aos colegas também rende pontos.

    Para completar com louvor, a opção ainda dispõe de missões cooperativas, que oferecem uma experiência mais simples e descontraída em relação ao multiplayer tradicional e à própria campanha para um jogador. Aqui, até duas pessoas encaram pequenas missões, baseadas em trechos da campanha single player, com objetivos definidos e placares online de pontuação. A ação é rápida e furiosa e trabalhar em conjunto com o colega é fundamental para vencer o computador.

    Logo no lançamento, os servidores da versão para PC funcionaram perfeitamente, sem qualquer tipo de lag. O mesmo não aconteceu com as versões para consoles, que apresentaram problemas de conexão, às vezes até ficando totalmente fora do ar durante um dia inteiro.

PONTOS NEGATIVOS

  • Campanha fraca
  • Tiro pela culatra da Electronic Arts. Provavelmente tranquila com o alto nível de qualidade do modo multiplayer, a empresa tratou de criar altas expectativas para a campanha single player do jogo, uma estreia em episódios numerados, a linhagem principal de "Battlefield 3".
    Infelizmente, as missões para um jogador não fazem jus a toda essa expectativa, o chamado 'hype'. Alguns dos pontos mais empolgantes da campanha já apareceram há meses nos trailers de divulgação do game o que tira muito da surpresa. Para complicar ainda mais, eles são raros pontos altos em missões longas e insossas, que se arrastam sem grandes emoções, o que tira ainda mais o impacto desses trechos.

    Como acontece na maioria dos games de tiro em primeira pessoas hoje em dia, a campanha é pontuada por segmentos totalmente roteirizados, ou seja, em que tudo acontece automaticamente e sobra para o jogador apenas a opção de olhar em volta e apertar um botão de ação ou tiro quando lhe é pedido. A fórmula se repete aos montes em "Call of Duty", mas "Battlefield 3" peca por fazer isso em momentos sem grandes significados.

    Por exemplo, em certa missão seu personagem e os companheiros de esquadrão descem um fosso fazendo rapel e tudo que se pode fazer é apertar o botão de pulo para descer - e só quando o jogo mandar. Pior ainda: as fases em caças, que apresentam um visual estonteante, parecem mais passeios de montanha-russa, já que o movimento da aeronave é todo automático e a única responsabilidade do jogador é mirar e apertar o botão de tiro para lançar mísseis ou rajadas de metralhadora.

    Caso a história fosse boa, grande parte dos momentos 'automáticos' até poderiam ser perdoados, mas não é o caso. A produtora DICE joga seguro até demais e desenrola uma trama com fuzileiros americanos se envolvendo em muitas confusões no Oriente Médio contra uma turma de terroristas do barulho. Familiar? Até demais. Além de batida, a trama ainda conta com personagens sem carisma e pouco desenvolvidos.
  • Defeitos de programação
  • Nem toda a experiência e competência da DICE e todo o tempo de testes alpha e beta conseguiram sanar "Battlefield 3" de defeitos de programação, os famigerados 'bugs'.
    Verdade seja dita: o multiplayer online está praticamente livre de defeitos sérios. Ainda é possível ver um ou outro errinho de colisão, por exemplo, mas nada que comprometa demais a experiência. O grande problema está na campanha principal mesmo, que sofre de falhas diversas.
    Convenhamos, a campanha para um jogador é criada para proporcionar uma experiência intensa, impressionar e jogador com momentos de pura adrenalina e de quebra mostrar os gráficos sensacionais do game - o que em parte justifica a grande quantidade de cenas 'automáticas'. Contudo, toda a magia e imersão se quebra ao ver uma árvore voando, parada em pleno ar como um beija-flor, ou coisas do tipo.

    Por exemplo, em certa missão eu seguia meus colegas de esquadrão até que eles atravessaram uma porta, como se fossem fantasmas, e me deixaram para trás. Meu personagem não podia abrir a porta, já que o jogo não previa isso, então fiquei esperando alguns segundos até que um dos outros soldados voltou, atravessou a porta novamente e escancarou ela com um chute. Infelizmente, a lista se prolonga.

    Para fechar o pacote, a aventura é bem curta, mesmo para os padrões atuais de jogos de tiro em primeira pessoa, e em pouco mais de 6 horas pode ser batida mesmo por jogadores pouco experientes no gênero.